SUPERLIGA E HOMOSSEXUALIDADE
ONETE RAMOS SANTIAGO –PSICÓLOGA – CRP12/00507
Gostei da resposta da torcida do Volei do Futuro da Superliga sobre o episódio havido com seu jogador Michael (parece-me) quando de um dos últimos jogos dos quais ele participou: muita roupa e adereços cor de rosa com seu nome; lá estavam muitos contra o preconceito contra a homossexualidade.
Gostei, sobretudo, porque a homossexualidade existe, é um fato humano e o homossexual, antes de tudo, é apenas um Ser Humano querendo viver, como qualquer Ser Humano.
Gostei, sobretudo, porque ser homossexual é apenas uma faceta do Ser Pessoa de alguém; este alguém é também, e conjuntamente, um irmão amoroso, um filho, um amigo leal, um profissional, um aluno brilhante, um homem que sofre, que vive e labuta a sua vida, que é infeliz ou feliz; um ser vivente, enfim.
Gostei, sobretudo, porque ninguém tem o direito de julgar ninguém e ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A homossexualidade e a heterossexualidade acontecem na NATUREZA; acontece no Reino Animal, dito Racional e dito Irracional como nossos bichinhos. Acontece com cachorros, gatos, nossos bichos da selva...
E gostei, sobretudo, porque, naquele momento aquele ser humano estava se apresentando como o profissional que é, e, como tal, merecia respeito. Porque respeitava a todos e vivenciava o seu papel, simplesmente e naturalmente. Pontos para ele!
Agora, Movimentos Gay de exposição acentuada e escrachada, no meu entender, depõem contra eles mesmos e só sobrevivem ainda porque, cada movimento inicial tem uma polaridade de força contrária. Uma pena!
Mas, com o tempo, as coisas chegam ao seu centro justo, estável e equilibrado. O episódio da torcida de voley foi um bom exemplo disto.
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